A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 02/06/2022

O filosofo polonês Zygmunt Bauman afirma que algumas instituições, na era pós-moderna, configuram-se como “zumbis”. Dentro dessa lógica, tais instituições perderam suas respectivas funções sociais, todavia, tentam manter-se a qualquer custo. De maneira análoga, é possível observar que o Ministério da Saúde acaba

por falhar perante as ações e políticas públicas. Nesse prisma, dois aspectos importantes se destacam: a falta de investimentos nas regiões menos desenvolvidas e a inexistência de ênfase referente a medicina humanizada.

Em primeira análise, evidencia-se a ausência de investimentos nos institutos de saúde para a implementação da proposta humanizada, já que, na maioria das instituições a teória não é colocada em prática, tal fato é visível quando grande parcela da população brasileira ressalta a falta de atenção, orientação e preocupação dos profissionais da saúde referente à suas necessidade. Dessa forma, é necessário que medidas cabíveis sejam aplicadas para que o metódo da medicina humanizada seja executada como o proposto e alcance resultados positivos.

Além disso, é notório que o tema é silenciado e consequentemente decorre de problemas que afetam diretamente a qualidade de vida do paciente e interferem para que o progresso de um possível diagnostico e continuidade de um tratamento siga evoluindo como deveria, já que a sensibilidade e relações sólidas fazem-se ausentes. Desse modo, é preciso reavaliar o sistema de padronização dos atendimentos, para que seja possível atingir a satisfação de todos os envolvidos na ação.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a medicina humanizada. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde proporcionar treinamentos e capacitação para os profissionais por meio de palestras conciais e preparação através de plataformas online com acesso global à todos os profissionais da saúde a fim de exibir os possíveis problemas decorrente da ausência da humanização da saúde e evidenciar os aspectos positivos que podem contribuir para a instituição. Somente assim, será possível progredir com as relações sociais e romper a denominação de “zumbis” às instituições de saúde do Brasil.