A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros
Enviada em 05/06/2022
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde não é apenas a ausência de doença, mas um estado de completo bem-estar fisíco, mental e social. De maneira análoga a isso, á uma grande importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros.Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de preparação dos estudantes para serem profissionais que cumpram suas funções humanamente e a escolha de cursar a faculdade de medicina apenas por retorno financeiro.
Em primeira análise, evidência-se a falta de preparação dos estudantes para serem profissionais que cupram suas funções humanamente. Sob essa ótica, a insuficiência de matérias humanizadoras nos cursos de saúde nas universidades do Brasil, afeta a maneira dos profissionais agirem com mais comunicação e oferecimento de um tratamento digno ao paciente. Dessa forma, a medicina humanizada é muito importante, já que,por vezes,além de problemas de infraestrutura, os pacientes são tratados mal, o que compromete o processo de reestabelecimento da saúde.
Além disso é notório, que muitas vezes esses profissionais escolhem cursar a faculdade de medicina apenas para retorno financeiro. Desse modo, é inegável que a pressão social e famíliar é um motivo que influência na formação de profissionais de saúde. Nesse contexto, cursar uma faculdade apenas por retorno financeiro, status social ou para satisfazer a família ajuda no estresse diário, na falta de empatia, de escuta e de entendimento do ser humano em suas complexidades, logo, em um tratamento desumano. Consoante a isso, medidas cabíveis a esse dilema necessitam ser realizadas.
Despende-se, portanto, adoção de medidas que venham ampliar a importância da medicina humanizada para os brasileiros. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação, por meio da insenção de diciplinas na grade currícular dos cursos de saúde, que tenham como objetivo o cuidado com o próximo de forma empática, como também, o oferecimento de palestras, que abordam a necessidade das escolhas profissionais serem indivíduais, sem pressões sociais e famíliares. Somente assim, os cidadãos terão bem-estar físico, mental e social.