A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 04/06/2022

A Segunda Guerra Mundial remodulou o mundo em diversos aspectos, inclusive no âmbito da saúde, permitindo que a medicina se desenvolvesse. De maneira análoga a isso, foi possível garantir o desenvolvimento da medicina através da geração de uma medicina humanizada, que é de suma importãncia. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: uma desumanização no tratamento dos pacientes e um sistema de saúde sobrecarregado.

Em primeira análise, evidencia-se um atendimento hospitalar antipático e indelicado com o paciente. Sob essa óptica, a plataforma mundial de agendamentos de consultas online, DOCTORALIA, realizou uma pesquisa que afirma que 63% dos brasileiros entrevistados acham que a humanização no atendimento é algo importante. Dessa forma, oferencer um atendimento mais delicado e acolhedor é importante para os pacientes, assim como também é para os médicos, já que trará um ambiente menos tenso e propício para um atendimento de melhor qualidade.

Além disso, é notório que há uma sobrecarga de atividades, pressão e estresse sob os médicos e enfermeiros, dentro do sistema de saúde brasileiro. Desse modo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença. Consoante a isso, ao permitir que haja um interação mais humana entre médico e paciente, ambos estarão contribuindo para um bem-estar individual e social, ou seja, à uma saúde de qualidade como um todo.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a medicina humanizada no Brasil e sua importância. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação, fazer com que a relevância da medicina humanizada seja compreendida pelos futuros profissionais da saúde, por meio da inclusão de disciplinas sobre o assunto nas grades curriculares, a fim de garantir um atentimento mais acolhedor e empático no futuro. Somente assim, será possível continuar o desenvolvimento da medicina que provém desde a Segunda Guerra Mundial.