A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 14/10/2022

A biologia descobriu que mesmos genótipos podem ter genótipos diferentes, os fatores externos podem mudar as expressões dos genes. Com essa teoria também podemos explicar os diferentes tipos de profissionais da saúde. Um mesmo curso forma um robô e também uma pessoa empática. Esse primeiro prejudica o paciente ao tratá- lo com indiferença. A falta de humanidade com o próximo faz com que ele não aceite bem o diagnóstico ou passe a evitar o cuidado com a saúde. O indivíduo precisa de um ambiente que possa se sentir acolhido nesse período difícil.

Primeiramente, um enfermo que é bem acolhido se sente confiante de que pode ser curado. Esse sentimento é passado através da equipe médica, que sabe explicar e tranquilizar o paciente diante do diagnóstico. Durante a pandemia Coronavírus, houve casos de famílias que foram acometidas ao mesmo tempo, a equipe médica era a única que poderia ajudar nesse momento de fragilidade e incerteza. Por isso é necessário que os profissionais usem de toda sua empatia, pois podem ser o motivo para não desistir.

Além disso, o paciente que recebe acolhimento durante o diálogo com a equipe, busca mais vezes o atendimento. A área da saúde mais humanizada, também é a mais hostilizada pela Medicina da Família e Comunidade. São eles que convivem mensalmente com a população, dando juntos caminhos para uma sociedade mais saudável. É fundamental para que essas pessoas continuem o acompanhamento o médico seja empático. A humanidade traz um lugar seguro e confortável.

Portanto, precisamos de mais profissionais empáticos. Para isso, o MEC irá incluir nas grades curriculares uma disciplina sobre a medicina humanizada. Seria aplicada em todos os cursos da área da saúde, na rede privada e pública. Ela tem como base os princípios da MFC e somente um profissional dessa área ministrará as aulas. Assim, a saúde vai cumprir seu papel com excelência de salvar vidas.