A importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros

Enviada em 28/06/2025

Para James Baldwin, crítico social estadunidense, “Não é tão comum morrer de amor, mas, nesse momento, em todas as partes do mundo, milhões morrem por falta dele”. Essa declaração do pensador indica a importância da empatia nas relações sociais para a vida e confirma que a falta dela gera prejuízos humanos. Nesse sentido, é necessária a humanização de todas as áreas da sociedade, em especial a médica, para a efetivação dos direitos e da democracia pela educação humanizada no contexto social brasileiro.

Nessa perspectiva, primeiramente, o ensino é a base da formação humana e é por meio dele que se pode transformar o cenário social e impulsionar o bem-comum. Dessa forma, Auguste Comte, importante filósofo francês, diz que “Toda educação humana deve preparar cada um a viver para os outros”. Diante desse pensamento, a preparação do indivíduo, de forma que ele construa relações sociais humanizadas e empáticas, deve se perpetuar e englobar todas as áreas, principalmente a do contexto médico. Desse modo, a importância da humanização dos cuidados médicos se encontra não só no estabelecimento de boas relações interpessoais, mas também na promoção do bem-estar na saúde do povo brasileiro.

Ademais, a observação das leis democráticas é imprescindível para a garantia da dignidade humana e para a efetuação dos direitos. Dessa maneira, com esse olhar, Rosa de Luxemburgo, filósofa polaco-alemã, almeja “Um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”. Diante disso, a estudiosa ilustra uma sociedade na qual a democracia é posta em prática plenamente e essa situação é de inestimável valor para o cenário médico, por exemplo. Nesse sentido, a humanização da medicina é um fator importante para a garantia do direito de um atendimento em saúde de qualidade no Brasil.

Portanto, é indiscutível a importância da medicina humanizada para a saúde dos brasileiros. Assim sendo, o Ministério da Saúde, organismo do Estado responsável pela assistência médica nacional, deve promover a aprendizagem empática. Isso será possível mediante investimentos na melhoria ralacional dos profissionais, tendo em vista a vivência para o outro, conforme Comte.