A importância da participação política para a efetivação da cidadania no Brasil
Enviada em 18/05/2020
Após a segunda guerra mundial o homem passou a participar mais da política, deixar de aceitar tudo o que os políticos nos impõe, não sendo mais privados das discussões internas do país. Nesse contexto, é preciso refletir que, com a expansão desse processo democrático no mundo, houve maior participação da civilização nos assuntos relacionados à movimentação do Estado-Nação, logo, efetivando a cidadania.
Diante do exposto, é válido analisar a relevância dos movimentos sociais em diferentes momentos históricos que acarretaram mudanças no âmbito social e concederam crescente inclusão dos indivíduos na sociedade citando, por exemplo, as revoltas acontecidas no Brasil, durante o Primeiro Reinado, contra o poder moderador, no qual o ditador tinha permissão de efetivar qualquer decisão sem o consentimento dos demais membros do corpo social. Assim, posteriormente, com a queda desse modelo autoritário e a implantação da república, teve-se progressivo avanço em relação aos direitos humanos e exercício da cidadania.
É fundamental abordar que o exercício a cidadania é de extrema significância para a civilização moderna, uma vez que com a participação comunitária, sobretudo, nos interesses políticos e sociais, gera-se uma nação em que as pessoas possam vir a gozar dos benefícios oferecidos de forma expressa, além de evidenciar os direitos e deveres desses. Ademais, evitar que os eleitores acreditem em práticas voltadas à enganação, que consiste em discursos com argumentos de difícil entendimento, com o intuito de induzir ao erro, dessa forma levando a alienação.
Levando em consideração as reflexões supracitadas, é primordial que o indivíduo passe a mudar seu comportamento e sempre buscar entendimento sobre os políticos e não apenas aceitar o que é imposto. Cabe ao Ministério da Educação (MEC), por meio de parcerias com os meios de comunicação, realizar propagandas, palestras e apresentações voltadas para a conscientização coletiva sobre o valor da participação ativa na política e, também, para o conhecimento sobre tais assuntos, dado que os meios comunicativos têm amplo alcance, com o objetivo de formar camadas sociais críticas e evitar a manipulação dos votos.