A importância da participação política para a efetivação da cidadania no Brasil

Enviada em 02/09/2020

De acordo com Aristóteles, o indivíduo não seria um cidadão se não se interessasse pela política e não a praticasse. Nesse sentido, essa teoria se aplica na prática no que diz respeito à falta de participação política para efetivação da cidadania no Brasil,resultado da falta de informação o que gera, consequentemente o clientelismo. Logo, é preciso examinar, com cautela, os principais propulsores desse quadro deletério.

Em primeiro plano, é válido pontuar que a ausência de conhecimento emerge como ponto de partida para o impasse. Sob esse viés, conforme o pensador Tiago Amaral, " falta de conhecimento é que leva o homem a sua própria destruição." De fato, a conjuntura vigente respalda o pensamento do autor, uma vez que se um cidadão não tem conhecimento para votar no candidato, ao longo do mandato eleitoral o presidente acaba aderindo negligências que prejudicam a população, a exemplo de lavagem de dinheiro. Dessa forma, constata -se que o voto leigo apresenta como um grande desafio a ser superado frente à efetivação política.

Em segundo plano, cabe analisar o clientelismo como propulsor do problema. A esse respeito, desde o império Romano, os patrícios e os plebeus tinham uma relação de trocas de interesse e favores. Nessa lógica, essa forma de satisfazer o eleitoral se configura nos dias de hoje, visto que o cidadão que procura buscar um cargo de seu interesse público, tem como comutações o seu voto sendo comprado pelo candidato. Desse modo, é preciso mitigar, de forma urgente, essa situação.

Destarte, é exequível a alteração desse quadro. Assim sendo, cabe o Ministério da Educação–Cuja a função é ingerir conhecimentos aos indivíduos–Promover, por meio de Instituições Educacionais, debates sobre ética e cidadania, a fim de que as pessoas obtenha informações e quebre a cultura arcaica do clientelismo político.Espera-se, com isso , que essa mazela social seja combatida no Brasil.