A importância da participação política para a efetivação da cidadania no Brasil
Enviada em 24/10/2020
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, do clássico “O triste fim de Policarpo Quaresma”, sempre teve como característica um nacionalismo ufanista, acreditando que um Brasil utópico. Entretanto, a efetiva cidadania pela participação política torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem. Nessa perspectiva, seja pela negligência governamental, seja pela falta de incentivo pela população, o descaso pela visa política precisa de modificações urgente.
Em primeira análise, o descaso estatal pela responsabilidade política em não ensinar nas escolas, mostra-se um desafio para a população, uma vez que poucos recursos são feitos para colocar no currículo escolar. Desse modo, nota-se que o governo só coloca na Base Nacional Comum Curricular aquilo que quer a sua população aprenda. Consoante a isso, faz-se mister que o Estado invista minimamente nesse ponto.
Somando a isso, a falta de incentivo ao governo pela população dificulta na execução de melhorias na política. Segundo o jornalista irlandês George Bernard Shaw “O progresso é impossível sem mudanças”. Analogamente, reinvindicações da sociedade para um governo mais justo e que tenha mais equidade são necessárias para a realização de mudanças nessa área.
Portanto, a falta de participação política no Brasil, representa barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário urge que o Estado, em parceria com o MEC, faz palestras nas escolas sobre a participação política, a fim de que os cidadãos se tornem mais ativos nesse direito. E ainda, cabe a população promover manifestações, através de abaixo-assinados direcionados ao governo em ter mais acesso a política nas escolas, com uma disciplina própria, com o objetivo de que se tornem menos influenciados por pessoas ou políticos corruptos e tenham opinião própria. Somente assim, será possível uma ampla efetivação da cidadania no Brasil.