A importância da participação política para a efetivação da cidadania no Brasil

Enviada em 10/03/2021

Ao longo dos anos, o processo de inserção dos cidadãos brasileiros nas ações de cunho político, vem ganhando notoriedade na busca por um melhor espaço de presença inclusiva e com uma efetivada situação de cidadania comportamental instituida na sociedade existente do país. Nesse sentido, deve-se analisar a imposição das práticas sociopolíticas, assim como algumas falhas que ainda são evidentes no contexto civíl brasileiro.

A princípio, vale ressaltar a ocorrência expressa pelas ações de participação dos sujeitos nas relações políticas e sociais regidas no Brasil. De acordo com Mário Sergio Cortella, filósofo e professor brasileiro, “uma democracia não é ausência de ordem, é ausencia de opressão.” Portanto, a participação política, fundamenta-se em uma forte aliança cívica atrelada à conquista dos direitos de cidadania, tomando como base um ideal democrático que visa a múltipla ampliação da presença de cada indivíduo na tomada de atitudes representativas em um espaço político. No Brasil, a principal ferramenta para essas ações utilitárias é o direito ao voto direto e secreto, que possibilita a tomada de decisões democráticas, como forma de reverter algumas situações que assolam os regimes do país.

Por outro lado, deve-se destacar também as possíveis controvérsias existentes no sistema de atuação popular brasileiro. Segundo Carlos Roberto Sabbi, ex-professor da Universidade de Caxias do Sul, “não existe sucesso ou felicidade sem o exercício pleno da cidadania e da ética global.” Dessa forma, o Brasil possui algumas divergências e limitações presentes no espaço de decisões sócio-políticas, tendo pricipal destaque a “corrupção”, que em sua maioria é responsável por deter de atuações de enfraquecimento da autonomia exercida para o avanço das relações sociais e dos centros civís. Por conta disso, grande parte da população acaba se desiludindo do processo de eleição, havendo descrença dos políticos e a inexistencia de promeças futuras no território brasileiro.

Dado o exposto, é mister que o Ministério da Cidadania, responsável por deter de ações que beneficiem as áreas de assistencia social, justiça e direitos humanos, proponha a criação de leis que aprimorem as convenções de participação política dos cidadãos e que haja a reformulação da Constituição Federal de 1988, como forma de elevar a autonomia civíl e de reduzir a corrupção. Certamente, tais ações implicarão em melhores presenças coletivas no espaço social e político, proporcionando efetivas mundaças benéficas na personalidade ética no Brasil.