A importância da participação política para a efetivação da cidadania no Brasil
Enviada em 11/03/2021
O princípio da Isegoria, oriundo da Grécia Antiga, é definido como o poder igualitário entre os cidadãos de manifestações em decisões importantes para a cidade. Hodiernamente, tal qual, no Brasil, a participação popular na política tem a capacidade de garantir o exercício da cidadania universalmente. Nesse contexto, esse fenômeno possibilita a escolha de lideranças eficientes, bem como, na efetivação dos direitos básicos para todos.
Em primeira análise, a escolha de políticos engajados tem a capacidade de transformação social. Segundo a Sociologia, a Plutocracia é um sistema, no qual os ricos comandam um país, sem necessariamente governar. Por exemplo, no escândalo da “Lava-Jato”, marcado pelo financiamento de campanhas políticas corruptas, e futuras gestões influenciadas, de acordo com interesses pessoais dos patrocinadores. Nesse aspecto, a interferência do povo, através e fiscalizações do trabalho dos candidatos a serem eleitos, alterando ou não o sufrágio individual, evita a manipulação de cenários de eleições. Dessa forma, determinadas atitudes possibilitam a representação de líderes capazes assegurar que decisões parlamentares sejam benéficas a população, e não apenas a um grupo seleto, assim concretizando direito dos cidadãos coletivamente.
Ademais, o engajamento político da sociedade viabiliza a cidadania para os brasileiros. De acordo com a Constituição Federal, o Princípio da Universalidade determina que toda a população é igual perante a lei, com segurança de direitos básicos e qualidade de vida. Entretanto, não raro, esses elementos são violados, e parte da população sem recursos financeiros entram em situação de subcidadia, sem saúde, educação e alimentos. Isso porque a ausência de fiscalização dos recursos públicos e dos governantes com carater duvidoso, por parte da população, limita a incrementação de políticas públicas, assim como abre espaço para desvios de verbas. Logo, o engajamento social cidadãos possui o poder de cobrança governamentais, dessa forma assegurando dignidade e exercício da cidadania.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação, criar medidas educativas de despertar do interesse político, por meio de campanhas escolares e publicitárias, por exemplo informando aos cidadãos seus deveres de participação, com a finalidade de desenvolver uma sociedade com desejo de mudança social no âmbito eleitoral. Paralelamento, o Governo Federal deve criar um sistema de transparência das transações do dinheiro público, em esferas nacionais e regionais, para facilitar a participação popular, logo instigando a interação popular, reduzindo corrupção e medidas ineficientes, abrindo espaço para ações equitativas de ampliação cidadã.