A importância da prática de atividades físicas relacionada à qualidade de vida de idosos

Enviada em 29/08/2019

Os padrões que marcam as normas de conduta social vão se aproximando cada vez mais do lema de se ter uma vida saudável, considerando a atividade física como um elemento a mais na forma de viver e nos hábitos diários. Se o corpo é o instrumento que permite que uma pessoa se desloque, se relacione se expresse e intervenha em seu meio social, é justo cuidar bem dele.

Já por volta dos 30 anos de idade os indivíduos começam a perder massa muscular e possuem uma forte tendência a aumentar o percentual de gordura. E perda de massa muscular significa perda de força, o que tende a se agravar com o tempo.A diminuição da força muscular é o fator mais diretamente relacionado com a independência funcional de idosos.

E o sedentarismo como fator agregado chega a ser assustador ao se avaliar as consequências para a saúde. Segundo pesquisas, o idoso tem perda de até 5% da capacidade física a cada 10 anos, e tem possibilidade de recuperar 10% dessa capacidade através de atividades físicas adequadas.

Os problemas musculoesqueléticos preexistentes podem ser um impedimento para o começo de uma atividade, pois mais de 50% dos idosos envolvidos em programas de exercícios desenvolvem lesões que são exacerbações de condições preexistentes. Lembrando ainda, que a osteoartrose afeta 85% de todas as pessoas com 70 anos de idade ou mais. Ou seja, é importante saber se (e quais) as atividades limitam essa população. Por isso, é imperativo que a atividade seja orientada por um profissional competente e responsável, que observe e respeite o limite do idoso.

Dentre tantas opções de atividades físicas geram esse bem estar e qualidade de vida; seja ela a musculação, a yoga, o pilates, a caminhada, a natação, etc. Pois, a prática regular de atividade física de maneira adequada às necessidades e realidade física, psicológica e social do idoso, pode significar a diferença entre uma vida autônoma ou não.