A importância da prática de atividades físicas relacionada à qualidade de vida de idosos

Enviada em 28/09/2019

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente, um quinto da população brasileira é formada por idosos. Nesse cenário, a busca por maior qualidade de vida é ainda mais importante, pois a saúde deles exige cuidados incomuns ao resto da população, devido ao decaimento do metabolismo. Logo, é imperioso oferecer fortalecimento físico, para que prolonguem sua existência.

Primordialmente, o sedentarismo predispõe à doenças, como as cardiovasculares, acidente vascular cerebral e osteoporose -  corroborado pelo Ministério da Saúde. Por conseguinte, induzindo a um estado de morbidez e originando gastos com remédios voltados a sobrevida, a exemplo de anticoagulantes ou insulina. Dessa forma, é notória a relação do bom condicionamento físico e o bem-estar corporal, muitas vezes, negligenciada durante toda a vida.

Ademais, doenças psicossociais são facilitadas pelo enclausuramento. Visto que, em virtude da menor independência gerada pela fragilidade, o indivíduo tende a se isolar dos demais e iniciar quadros depressivos, sofridos por quase 11% dos anciões - conforme dados do IBGE. Embora natural, o enfraquecimento advindo da idade e a marginalização, podem ser evitadas por novos estilos de comportamento.

Nesse contexto, visando o fortalecimento físico, aliado à mudanças no cotidiano, cabe, então, ao Ministério da Saúde, por meio da expansão do serviço intitulado “Casa do Idoso” - que promove cuidados aos membros da terceira idade. Portanto, que nesses ambientes, sejam estimuladas atividades físicas voltadas ao fortalecimento muscular e maior liberdade, prevenindo doenças sistêmicas e facilitando o acesso à locais onde os membros da terceira idade possam se reinserir socialmente. Evitando-se, enfim, gastos com remédios e incrementando qualidade de vida por meio da prática de exercícios.