A importância da prática de atividades físicas relacionada à qualidade de vida de idosos
Enviada em 17/07/2021
Consoante o Artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todas as pessoas, independente da idade têm direito à saúde e qualidade de vida. Em relação aos idosos, tais direitos podem ser usufruídos pela prática de atividades físicas, no entanto, muitos velhinhos e velhinhas não sabem ou não são estimulados por suas famílias a exercerem estas ações, embora as mesmas proporcionem inúmeros benefícios nesta fase da vida. Dessa maneira, é basilar a análise acerca da prevenção de problemas cardíacos bem como a oportunidade de socialização para este público.
Primeiramente, se movimentar de forma constante ajuda a evitar doenças que podem ser muito perigosas para pessoas de idade mais avançada. Além disso, estas pessoas podem se manter em forma e aumentar tanto a autoestima quanto sua resistência física. Entretanto, vários anciãos não se exercitam devido ao consenso errôneo de que “não têm força suficiente” ou que isso não é para a idade deles. Sob a mesma linha de raciocínio, o escritor François Chateaubriand disse que antes, a velhice era uma dignidade, mas hoje, ela é um peso. Assim, é necessário cada vez mais os idosos saberem que podem e devem realizar caminhadas, ir à academia ou outras ocupações seguras que incentivam o esforço físico.
Ademais, boa parte desta população geralmente fica em casa e tem menos chances de conhecer amizades novas, sair para se exercitar é uma opção saudável tanto para o corpo quanto para o campo social. Outrossim, é natural do ser humano gostar de criar mais laços com pessoas “da mesma época” e que provavelmente compartilham os mesmos gostos, afinal, dividir experiências com amigos sempre torna os indivíduos mais felizes e acolhidos, o que evita a situação de tristeza e solidão retratada na tela “Homem velho com a cabeça em suas mãos” do pintor Vincent Van Gogh. Dessa forma, a prática de atividades físicas melhora a convivência, e assim, a qualidade de vida do público citado.
É mister, portanto, que medidas sejam efetuadas para incentivar anciãos a se exercitarem. Logo, com a intenção de informar um enorme número de pessoas, cabe o Ministério da Saúde elaborar projetos que encorajem idosos a tais práticas por meio de campanhas com profissionais geriátricos para que os mais velhos tenham mais segurança do que vêem. Por conseguinte, a mídia socialmente engajada deve disseminar anúncios relacionados a este tópico por meio de artigos com dados científicos. Enfim, após essas ações, o direito à saúde e qualidade de vida dos idosos no Artigo 25 será ampliado.