A importância da prevenção aos acidentes de trabalho no Brasil
Enviada em 11/05/2021
A Revolução Industrial, no século XVIII, que era a fonte de sustento das pessoas, tornou-se a causa da proliferação de doenças e o aumento do número de mortes por conta das péssimas condições de trabalho. Entretanto, na contemporaneidade, esses problemas ainda persistem por conta da ausência de instrução dada aos trabalhadores somado à falta de fiscalização feita pelo Governo. Nesse viés, os fatores que são um estorvo para a prevenção dos incidentes de labor no Brasil são inconcebíveis e merecem um olhar mais crítico de enfrentamento.
Em primeiro lugar, é válido ressaltar como a ínfima orientação sobre a proteção do indivíduo e sobre o manuseamento correto de equipamentos e atividades podem prejudicar o funcionário. Conforme o dado fornecido pela Previdência Social, aproximadamente 600 mil casos de acidentes durante o exercício da profissão foram constatados. Dessa forma, o não investimento na educação instrutiva para a realização das funções pode acarreta danos severos ou irreversíveis para o cidadão e a perda de mão de obra assalariada para o empregador. Portanto, esse cenário deplorável necessita de mudanças urgentes, com o fito de coibir o aumento do dado supracitado e melhorar a situação da prática do ofício.
Em segundo lugar, vale salientar que a inércia estatal contraria a proposição encontrada na Carta Magna brasileira e contribui negativamente para precaver os imprevistos no serviço. De acordo com a Constituição Federal de 1988, toda pessoa tem o direito ao trabalho e à condições justas e favoráveis de trabalho. No entanto, ao analisar a realidade, a rotina é diferente da teoria, e isso ocorre por conta da notável negligência do Poder Executivo em inspecionar as circunstâncias em que os empregados estão submetidos. Logo, a desimportância dada para evitar agravos no decorrer da ocupação é inadimissível e, portanto, deverá ser abolida do panorama atual da sociedade verde-amarela.
Em síntese, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, as Organizações Não Governamentais, como as OSCIPs, devem evidenciar a significatividade do investimento em lecionar o indivíduo contratado, por meio de palestras para as grandes firmas dentro das empresas, com o objetivo de mostrar a obtenção de melhores resultados para a companhia e impugnar os malefícios sofridos pelo trabalhador. Outrossim, cabe ao Poder Executivo a tarefa de fiscalizar as condições de trabalho e reprimir os estabelecimentos, aplicando multas e embargando as obras, por intermédio do Ministério da Economia, com a finalidade de tornar o país mais democrático para essa parcela da população e impedir que as dificuldades retrógadas do passado da Revolução continuem presentes no futuro da nação.