A importância da prevenção aos acidentes de trabalho no Brasil
Enviada em 21/05/2021
Na animação japonesa “Mushoku Tensei”, Rudeus vai trabalhar como professor de uma prima distante e ao chegar é recebido com um soco. Apesar de cômico e inusitado, não é somente o personagem que sofre acidentes no trabalho, mas também muitos brasileiros. Nesse prisma, é importante assegurar o bem-estar e a vida do trabalhador, pois produz benefícios tanto para o estado quando empresas, também não gera transtornos para o profissional.
Primordialmente, empregado e patrão ganham com a prevenção de acidentes. Consta na constituição que em casos de danos (claro, com alguns pré-requisitos) que o trabalhor tem direito à indenização. Nessa perspectiva, o empregador retirará dos lucros o dinheiro que poderia muito bem continuar consigo se medidas tivessem sido tomadas. gerando além do débito, uma possível briga na justiça, causando perda de tempo que poderia ser utilizado de outro modo mais produtivo. Por outro lado, com ações preventivas tudo isso seria evitado.
Ademais, os prejuízos que sofre o empregado após algum acidente não ficam somente sob responsabilidade do sujeito, mas também da máquina pública. Issac Newton, cientista inglês, em “Princípios Matemáticos da Filosofia Natural” diz que para toda ação existe uma reação. Partindo disso, quando o indivíduo sofre danos a saúde a capacidade produtora também é afetada, como esse trabalhador gira a roda da economia, o estado é prejudicado, visto que a pessoa que sofreu passa a ser passiva por um curto ou longo espaço de tempo. Portanto, é necessário evitar tais “transtornos” pelo bem da sociedade como um todo.
Logo, a fim de minimizar os problemas discorridos sobre segurança no trabalho, são necessárias medidas. Cabe ao Congresso Nacional, chefe do legislativo brasileiro, através de discussões e aprovação de PECs tornar mais rígidas as normas de segurança em diversos setores produtivos do Brasil, para o cumprimento do que é mandado, evitanto acidentes e mortes no ambiente de trabalho. Junto a isso, o Ministério da Educação abriria cursos para profissionais das prefeituras, formando agentes especializados que serviriam para orientar os cidadãos para o risco das ações irresponsáveis no serviço.