A importância da regularização e da fiscalização de transportes aquáticos
Enviada em 03/05/2025
Um dos acidentes aquáticos mais conhecidos do mundo é o do navio Tinanic, que resultou na morte de mais de mil vítimas por falta de tecnologias e conhecimento. Porém o que não é relevado o suficiente são os constantes desafios que parte da população brasileira passa diaramente ao depender de transportes aquáticos não regulados. Em um país onde regiões dependem economicamente e culturalmente desses hidroviários, os constantes acidentes seriam facilmente resolvidos com um olhar mais atento às embarcações.
Pode-se observar que no Brasil existem inúmeras cidades ribeirinhas ou litorâneas que tem como base a pesca. Aqueles que trabalham por horas em rios ou alto-mar são postos em situações de risco diversas vezes, ainda mais se no barco não houver os equipamentos ou manutenção necessária. Infelizmente, a falta de fiscalização abre portas para a pesca ilegal, que prejudica o bem estar aquático e populacional.
Por outro lado, existem povos que tem como seu principal meio de transporte as balsas, que crianças, adultos e idosos precisam usar para locomoção em seu dia a dia. Sabendo disso, vemos um crescente número de acidentes vinculados a falta de seriedade na segurança dessas embarcações. Com obstáculos tão impedititvos, a travessia se torna um problema, e as trocas necessárias para a prosperidade daquela comunidade deixa de acontecer. Além disso, mesmo com avanços tecnológicos constantes, a inacessibilidade dos dispositivos mantém a maioria das cidades refém de tranportes irregulares.
Logo, é inegável a dificuldade que se tem ao utilizar como parte de suas rotinas transportes aquáticos desregulados. Se faz necessária a ação meticulosa do Ministério de Portos, responsável pelos cuidados e segurança das hidrovias, aumentando o nível de proibições e proteções com regras e mais etapas de fiscalização. Com isso, embarcações ilegais serão facilmente encontradas e respectivamente punidas, a fim de melhorar o curso de vida daqueles majoritariamente afetados.