A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 17/05/2021
Segundo o psiquiatra suiço Carl Jung “Todos nascemos originais e morremos cópias”. Contudo, por muito tempo propagandas sem o mínimo de representatividade eram apresentadas nas televisões e em outros meios de comunicação. Entretanto, faz-se necessário, nos dias atuais, com a ajuda da tecnologia, quebrar esses estereótipos.
Primeiramente, é válido ressaltar que a idealização da mulher ficou marcada principalmente no romantismo, período no qual a figura feminina era retratada como uma pessoa ingênua, bonita, delicada, de caráter puro, dentre outros tributos. Desde então, muitas propagandas sexualizam a imagem da mulher e assim como no romantismo, criam uma mulher com um corpo e cabelo perfeito. Porém, com o avanço da tecnologia esse tipo de estereótipo não está mais sendo aceito, visto que um ser humano têm diferentes tipos de corpos, cabelo e entre outros.
Nessa conjuntura, o filme " O mínimo para viver" conta a história de Elle, que sofre com anorexia sem perspectivas de se livrar e ter uma vida feliz e saudável. Contudo, o mercado da publicidade, de certo modo, contribui para que casos como o de Elle aconteça, só que na vida real, visto que o mercado criou o estereótipo da mulher magra.
Afim de que conectar os consumidores, é necessário que a publicidade tenha uma comunicação mais ampla, por meio de diferentes tipos de pessoas, para isso, é necessário que campanhas de reeducação sobre diferentes tipos de representatividade estejam presentes nos meios de comunicação como televisão, Internet e entre outros, demonstrando que as pessoas são diferentes uma das outras, para que assim, estereótipo sejam quebrados, e as pessoas possam se sentir representada nos canais de comunicação.