A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 25/05/2021
Na canção “Sun Goes Down (Sol se põe)”, do cantor Lil Nas X, na composição o artista expressa que não se sentia aceito e representado, o que ocasionou problemas de autoestima e não percebia-se incluso na sociedade. Similarmente, retratado na obra, em muitas situações não percebemos a importância da representatividade na publicidade, ocorrendo a falta dela com pessoas LGBT+ e havendo misoginia na propaganda.
Segundo, o site da ONU Mulheres, detectou que apenas 1,3% das propagandas abordam o público LGBTQIA+. Hodiernamente publicidades que apresentam casais homoafetivos, crescem gradativamente, e há maior aceitação dessa minoria e a tentativa de incluí-los, porém muitas das empresas, que opitam por esse modelo de publicidade, acabam sofrendo boicote, devido a essa representação. Com isso as mesmas cessam a aparição de pessoas LGBTs. Contudo muitas propagandas apresentam LGBTQIA+ de modo estereotipado, as quais, pode ocasionar, o enraizamento do preconceito contra esse grupo.
Em inúmeras propagandas percebe-se a sexualização de mulheres, com corpos extravagantes, inalcançáveis e a objetificação das mesmas, mostrando-nas como algo a ser conquistado, embora a prática seja criminosa, ainda é utilizada. Todavia, algumas empresas, lentamente, procuram introduzir moças que são consideradas “fora do padrão”, para que aconteça maior reconhecimento e aceitação.
Em suma, a representatividade é essencial, para que haja o rompimento do preconceito com as minorias, portanto deve-se ocorrer mais contratação de pessoas LGBT+ e assistência à publicidades por pessoas que têm lugar de fala sobre o tema, e Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) deve fiscalizar as publicidades para que cumpram as normas propostas. Com objetivo da criação de propagandas que sejam representativa e inclua à todos, de modo positivo e autêntico.