A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 22/05/2021
Brás Cubas, o defunto autor de Machado de Assis, disse que não queria ter filhos para não transmitir o legado de nossa “miséria”. De fato, Brás está certo por não querer que nem uma criança venha a sofrer. Nesse contexto, mostra-se a relevância da representatividade na publicidade, para a inclusão de todas as raças e gêneros, além dos esteriótipos que está enraizada na sociedade. Tais problemáticas devem ser amenizadas para que os futuros jovens não herdam a nossa “miséria”, como é dito por Cubas.
Em primeiro lugar, importância da inclusão social no meio midiático estimulando a população a fazer o mesmo, abrindo assim espaço para gêneros e raças. A publicidade é um grande aliado para incentivar ou mostrar a sociedade algo novo com uma visão passiva, fazendo com que as pessoas vejam com “bons olhos”. Prova disto, é o político alemão e ministro da propaganda Nazista, Joseph Goebbels, que através de campanhas publicitarias, obteve apoio popular. Ou seja, propagandas e divulgações tem por meio mostra a população uma maneira de enxergar e de aceitar o que está sendo apresentado. Logo, com o meio midiático incluindo diferentes gêneros e raças, tem uma oportunidade maior de serem aceitos e não excluídos.
Ademais, é necessário analisar o padrão de mulheres na sociedade, presas, sem a liberdade de serem diferentes. Na série Enola Holmes, tem como personagem principal uma adolescente que quebra todos os esteriótipos exigidos pela sociedade, e em torno de todo o enredo, ela é criticada e julgada. Isso não esta apenas no mundo ficcional, está fora dele também. Visto que, diversas mulheres são “censuradas” pela população, por estarem usando roupas curtas, cor do batom ou até mesmo a crítica por está andando com tais indivíduos que a sociedade julgue que não seja boa companhia, para mulheres andarem. Tudo isso contribui para o aprisionamento feminino, por isso é necessário que esse problema seja mitigado.
Destarte, a relevância da representatividade na publicidade para a inclusão de todos os gêneros e raças. Portanto, cabe ao Ministério da Justiça (MJ) interligado com a Mídia, promoverem propagandas representado diversas pessoas com cores de pele diferente e gêneros diferentes, além da inclusão dessas pessoas em filmes e novelas mostrando a população a aceitar e a apoiar esses indivíduos para que possam viver livremente, sem julgamento ou criticas. Também é preciso, que o MEC(Ministério da Educação) divulguem disciplinas relacionadas a ética e respeito social, para que os jovens aprendam desde cedo a tratarem bem pessoas com diferentes gêneros e cor de pele. Desse modo, nossos descendentes não herdarão a nossa “miséria”.