A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 30/05/2021
Após a Segunda Guerra Mundial, a moda italiana ganhou forte influência, juntamente com uma figura padronizada do cidadão majoritariamente branco e magro. Logo, houve apenas essa imagem sendo transmitida especialmente na área cinematográfica. Por conseguinte, a falta de representatividade na publicidade acarreta em distúrbios mentais, sendo relevante a inclusão para quebras de estereótipos.
A priori, embora seja uma época extremamente tecnológica, a ilustração padronizada ainda é marcante, e isso desencadeia uma busca pela perfeição - muitas das vezes inalcançável -, gerando disfunções intelectuais como alimentares e depressão. Evidentemente, tal temática é retratada na música “Pretty Hurts”, da cantora norte-americana Beyoncé, também mostrando em seu clipe quando a própria, interpretando uma modelo, mostra procedimentos para manter o retrato consagrada pela cultura.
Ademais, os estereótipos não são apenas no corpo, sendo também a raça, orienteção sexual e toda uma diversidade. Portante, a faixa etária mais atingida é a infanto-juvenil. Haja visto que, um video que viralizou nas redes sociais foi de Emma Rogers, uma menina deficiente de dois anos dos Estados Unidos que, ao ganhar uma barbie cadeirante, fica com seu rosto todo iluminado. Assim, vê-se a importância da visiabilidade que a representatividade trás.
Em suma, a magnitude da representação no meio publicitário ajuda na construção da identidade. Por isso, o Estado deve efetuar por meio do Poder Legislativo, uma lei que faça com que o marketing tenha toda diversidade. Como publicações em suas redes sociais, meio de maior impacto, com modelos de diferentes raças, etnias, gêneros, pesos, orientação e deficiência. Com o fito de que, toda a sociedade se sinta pertencente e representada.