A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 29/05/2021
Segundo o psiquiatra suiço Carl Jung “Todos nascemos originais e morremos cópias. Ademais, por muito tempo, propagandas sem o mínimo de representatividade era apresentada nas televisões e em outros meios de comunicação. Por isso, faz se necessário nos dias atuais, e com ajuda da tecnologia, quebrar esse estereótipo.
Primeiramente, é válido ressaltar que a idealização da mulher ficou marcada principalmente no Romantismo, período em que no qual a figura feminina era retratada como uma pessoa bonita, delicada, ingênua, de caráter puro dentre outros tributos. Desde então, muitas propagandas sexualizam a imagem da mulher e assim como no Romantismo, criam uma mulher com o corpo e cabelo perfeito. Porém, com oavanço da tecnologia esse tipo de estereótipo não está mais sendo aceito, visto que um ser humano tem diferentes tipos de corpo, cabelo e entre outros.
Nessa conjuntura, o filme " O mínimo para viver” conta a história de Elle que sofre com anorexia sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável. Contudo, o mercado da publicidade, de certo modo, contribui para que casos como o de Elle aconteça, só que na vida real, visto que o mercado criou o estereótipo da mulher magra.
Logo, é necessário que as empresas de publicidade tenham uma comunicação mais ampla, por meio de diferentes tipos de pessoas, para isso, é necessário que campanhas de reeducação sobre os diferentes tipos de representatividade estejam presentes nos meios de comunicação como televisão, Internet e outros, por meio de influenciados digitais e publicitários, demonstrando que as pessoas são diferentes uma das outras, para que assim, estereótipos sejam quebrados, e as pessoas possam se sentir representadas nos canais de comunicação.