A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 01/06/2021

A publicidade funciona como um meio de comunicação. Desde os primórdios é perceptícel que a principal forma de chamar atenção de um consumidor é utilizando personagens que dão voz e forma ao produto, o que sensibiliza e gera identificação no público alvo. Nesse contexto, no Brasil atual, mesmo com grandes evoluções, o mercado e as grandes marcas ainda estão desconectas da identidade nacional, visto que muitos esteriótipos são pregados em suas publicidades.  Dessa forma, como representates do povo, a negligência governamental e a problemática da padronização das propagandas são questões que acentuam as diferenças e desigualdades no país.

De início, convém ressaltar a negligência por partes dos políticos, que foram colocados a cargo  pela população, ao não incluirem em seus deveres a devida representação desses. Segundo o filósofo Descartes, “não há soluções simples para graves problemas”, nesse sentido, consta-se que o Brasil é um país com muitas divesidades, mas ainda há ideais e estilos enraizados, o que é um grande problema. Assim, pela má elaboração publicitário por conta de uma equipe falha que não está devidamente ligada as características e causas brasileiras, o Estado releva a representação das aparentes minorias. Por conseguinte, as publicidades estatais, que são grandes meios de comunicação e dialógam diretamente com a população, ao serem escarssas em sua representatividade aumentam as desigualdes e afetam a população.

Outrossim, é crusical afirmar como a padronização e apresentação da perfeição nas propagandas causam a exclusão social de uma parcela da sociedade. A escritora Ayn Rand cita que pode-se ignorar a realidade, mas não a consequência dessa. Dessa maneira, as marcas ao partirem do pressuposto que pregar a perfeição e idealizações é a melhor forma atingir as pessoas, acabam por esquecer uma grande parcela da população. O investimento dessas equipes publicitárias em propagandas estereotipas excluem a diversidade brasileira, dessa forma   perdendo a oportunidade de se conectar com o público e ver o diferencial quando a maioria se sente representado.

Portanto, é de suma importância cessar problemáticas como a negligência governamental e a padronização das propagandas. Em conformidade, é de responsabilidade do Ministério Público criar leis que tornem obrigatório campanhas publicitárias que inclua as minorias e os diversos grupos, além de uma especialização na equipe publicitária, por meio de profissionais capacitados, para que saibam abrangir e representar a população, assim craindo propagandas empáticas e simbólicas. Porquanto, combater a exclusão social e alertar sobre a importância da representatividade na publicidade é um grande passo para a evolução do Brasil.