A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 25/05/2021

O primeiro brinquedo fashionista, lançado em 1959, conhecida como Barbie, uma boneca loira dos olhos azuis, simbolizava o sonho americano. Chegando aqui no Brasil em 1982, motivo de insatisfação para os consumidores, pois só havia dois tons de pele nas devidas bonecas, sem representar as raças existentes, deficiências e necessidades das meninas dentro da publicidade.

Analisamos em primeiro plano, que se não há valorização dos diferentes estereótipos, então a publicidade acaba criando um padrão de beleza nas mídias sociais, afetando desde o desenvolvimento psicológico e emocional de uma criança até sua fase adulta. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (AMEP), 70% das mulheres brasileiras não se sentem representadas na sociedade, desejando que os anunciantes apresentem um trabalho que às valorizem.

Observando a pesquisa do IBGE, 24% da população é portadora de alguma espécie de deficiência e tem necessidade de auxílio. Surdos por exemplo, quando assistem propagandas, anúncios ou até mesmo programas de tv precisam de um intérprete. A moda em catálogos normalmente é representada por homens e mulheres bem dotados, de boa estatura e de peso “ideal”, onde os quais possuem características diferentes não se encaixam e acabam se tornando minoria.

Em sintese, a televisão e redes sociais que são diariamente consumidas influenciam na autoestima e bem estar de seus clientes. A representatividade é uma causa a ser lutada para enaltecer a beleza individualista de cada pessoa da sociedade, assim extinguindo o preconceito. É necessário ressaltar o cuidado do cinema na elaboração de filmes e séries, na criação de conteúdo da mídia social e nas empresas ao divulgar sua marca, incluindo e inspirarando os grupos oprimidos da sociedade.