A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 02/06/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1945 pela ONU, Organização das Nações Unidas, garante para todos os cidadãos a igualdade. Entretanto, problemáticas relacionadas à não representatividade deixa o acordo signatário. Dessa maneira, é crucial discutir acerca das obrigações do Governo diante desse obstáculo, além da necessidade de desestruturar o preconceito enraizado na mentalidade da sociedade.
A princípio, vale ressaltar que a não representação de todos os grupos fortalece o preconceito e, por consequência, como violências. Desse modo, é importante citar o contrato social dos órgãos governantes que garantem o bem-estar geral. Em análogo ao chanceler alemão Bismark, “A política é a arte do possível”. Portanto, é explícito que o sistema político falha no dever de impor a paz e orgulho às pessoas da pátria.
Outrossim, cabe citar que a discriminação de etnia, gênero, sexualidade e outros fatores contrários ao padrão social é a principal causa da falta de representatividade. Para confirmar, é precioso citar as entrevistas realizadas pelo Datafolha em 2019, o qual afirma que 96% dos entrevistados dizem viver em uma sociedade machista, enquanto 30% já contam por preconceito de classe. Logo, é vital incentivar o combate a esse viés.
Por conseguinte, é imprescindível que o Poder Legislativo cobre as empresas de divulgação a devida representação de grupos excluídos, por intermédio da criação de leis que se atentem aos meios midiáticos, de caráter preconceituoso, com aplicação de multas severas. Ademais, a mídia e as escolas, influências sociais, precisam disseminar a valorização de conjuntos marginalizados, por meio de palestras e debates interativos, de forma a instruir protestos pacíficos pela representatividade. Assim, o Brasil vai representar um povo orgulhoso e unido.