A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 06/09/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos. Entretanto, a falta de representatividade na publicidade dificulta a realização dos planos de More. Esse cenário adverso é fruto da negligência estatal e da falta de conscientização popular.

Inicialmente, é notável que a negligência estatal é fator determinante para a perpetuação da problemática. Por conseguinte, a Constituição federal de 1988 prevê o direito à igualdade e ao bem-estar social perante todos os cidadãos. Contudo, a falta de representatividade nas publicidades, fere a legislação e demonstra a incapacidade do estado de prover os direitos base aos seus cidadãos. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Outrossim, o filosofo existencialista Jean-Paul Sarte, discorre que o homem é condenado a ser livre, sendo assim é responsável por todos os seus atos. Nesse viés, a sociedade que não se mobiliza para promover o combate à falta de visibilidade nas propagandas, também é culpada pela continuidade do embate. Tudo isso agrava a situação do imbróglio e imprede o desenvolvimento nacional.

Infere-se, portanto, que medidas para combater a falta representatividade na publicidade. Assim, o Ministério das Comunicações deve, por meio de campanhas publicitárias promover a inclusão nas propagandas governamentais. Além do Ministério da Educação, juntamente ao Ministério da Cidadania, devem instruir nos ambientes escolares a importância da representatividade, a fim de alcançar uma sociedade real e bem representada. Somente assim a coletividade alcançará a Utopia de More.