A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 23/09/2021

No filme “o extraordinário” a exclusão social e o preconceito é retratada através do início da vida escolar de Flyn um garoto que possuía uma aparência “diferente” e por conta disso usava um capacete de astronauta, escondendo sua aparência devido ao pensamento maldoso dos demais. Não distante do que uma obra fictícia apresenta, nenhum Basil hoje percebe-se que devido á ditadura do esteriótipo físico além dos conceitos banais dirigidos essas pessoas que não pertecem à classe padronizada evidência a então necessidade da representação cultural, racial e sexual de todos.

Em primeira instância é válido ressaltar que de acordo com o artigo da declaração de direitos humanos todos homem nasce livre e igual em dignidade e em direitos, então por quê há uma preferência na escolha física das pessoas na publicidade? É um argumento infelizmente muito fácil de obter respostas, uma vez que devido aos esteriótipos ditados há uma prioridade em estampar estes obrigados em capas. Podendo-se peceber que o problema de pessoas não serem incluídas ou representadas está na sociedade e suas ideias de importante um padrão nenhum qual todos devem seguir, ofendendo dessa forma quem não segue e lhes tirando o direito de igualdade social, apesar de ser humanamente distintos deve-se sim haver inclusão e representação de todos os “diferentes” que assim existem.

Ademais, Segundo Jean Sartre- filósofo francês- o homem está condendo a ser livre, uma vez que no mundo está responsável por suas atitudes. Consoante a isto é conhecido perante o artigo 5 da Constituição Federal de 1988 que todo e quaquer indivíduo tem direito á Liberdade de expressão, entretanto essa liberdade condena a sociedade com suas atitudes impensáveis, uma vez que o homem é responsável por suas práticas, assim como afirmado por Sartre, interferindo de modo negativo na saúde mental dos afetados por isso, logo é evidente a importância da quebra desses esteriótipos e da representação pública dos mesmos.

Destarte, é visível a necessidade de medidas cabíveis para a reversão do mesmo empecilho falado: os esteriótipos. Isto posto, as escolas - forte ferramenta formadora de opniões e ensino- em conjunto ás redes sociais-local preferido para a ocorrência de descriminação á pessoas não padronizadas- deveriam criar um movimento que lute para a representação de todos-uma vez que a sociedade é responsável por esta situação- Por meio de campanhas promovidas por pessoas marginalizadas, fazendo sua própria força, além de debates sobre o assunto devem haver também consultas com psicólogos das instituições de ensino para que dessa forma os tabus de negros, LGBTQ+, pessoas acima do peso ou deficientes não mais sejam excluídos da sociedade, da publicidade pois sempre existirá alguém que não pertence á ele mas deve ser sim representada.