A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 01/07/2021
Ao longo do processo de formação da sociedade, se instaurou uma dialética de não inclusão social. Por esse motivo, muito tem de discutido o papel da concepção cultural nas publicidades. De modo histórico, nenhum início do processo de colonização do Brasil, os negros foram considerados aquém do desenvolvimento social. Entretanto, na formação populacional do país, expõe a importância da participação do negro no Estado. Em face disso, hodiernamente, como campanhas midiáticas respeitar a pluralidade étnica do povo. Em razão de que, reafirma a identidade democrática e erradica do padrão eurocêntrico. Para isso, convém se aprofundar no contexto histórico-cultural do Brasil e analisar o Poder Público, visto que influenciam, de forma direta, na isonomia dos meios de comunicação.
Primordialmente, é válido pontuar que a influência da construção do povo brasileiro é de suma nos meios de comunicação. À sombra disso, no entanto, há raízes históricas de exclusão social, a título de exemplo, o impedimento da doação de sangue pela comunidade LGBTQ +, fruto da epidemia de HIV na década de 80. À vista disso, contemporaneamente, a intolerância se propagou em diversos meios (em especial na publicidade). Dessa forma, validando o apresentado no livro de Leandro Cristo, “O Poder das Conexões”, as concepções sociais influenciam nas ideias de uma sociedade. Diante disso, as mídias de comunicação tem como papel integrar minorias, em razão de que extingue o caráter discriminatório do corpo social e enfraquece politicas de segregação.
Em segundo plano, destaca-se que a aplicação da carta magna baixe impacto na conjuntura. Desse modo, de acordo com a Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro - todos os iguais são iguais. Conquanto, quando se analisa a participação das minorias em campanhas públicas, percebe-se o descumprimento de nacionais.