A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 02/08/2021
A Constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5 °, o direito à igualdade como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, há uma necessidade de aniquilar o preconceito vigente em nossa sociedade e em grande parcela nas redes sociais, pois tal prerrogativa não tem se reverberado quando se observa uma baixa representatividade na publicidade, que é de suma importância. Esse cenário nefasto não só ocorre em razão da inefetividade da magna-carta, como também dos padrões impostos pela sociedade.
Em primeiro plano, é fundamental compreender a ausência de medidas governamenais para combater a pouca representatividade de etnias disintas. Nesse sentido, o quadro se agrava, pois isto contribui com o tabu e a resistência que uma população adquirida com beleza que alguns caracterizam como ’’ diferente ‘’. Para o Filósofo contratualista John Locke, isso seria uma violação ao ’’ Contrato Social ‘’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem dos direitos indispensáveis.
Ademais, é essencial apontar os padrões impostos pela sociedade como um impulsionador dos preconceitos existentes nas realizações das publicidades no Brasil. Nessa conjuntura, é importante resaltar os problemas psicossomáticos que podem ser desencadeados, devido a pressão que exige ’’ perfeição ’’ do ser humano para que ele possa realizar um trabalho que envolve sua imagem e de certa forma ter um maior poder de convencimento sobre o público alvo.
Portanto, uma necessidade de se combater esses problemas. Para isso, é necessário que o Governo juntamente com publicitários, por intermédio de campanhas publicitárias - que represente a diversidade de culturas e raças que atualmente não vivem no Brasil- que tem como medido a junção de etnias que recupera a quebrar o tabu e a inclusão nas campanhas publicitárias. Assim, cumprir a lei limitada na carta magna em 1988.