A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 27/07/2021

O Artigo 5º da Constituição do Brasil, de 1988, diz que todos somos iguais perante a lei, no entanto, quando se observa a falta de representatividade nas publicidades brasileiras, hodiernamente, percebe-se que esse ideal constitucional não é aplicado na prática. Seja, pelo padrão ideal imposto à sociedade por décadas, seja pelo preconceito persistênte da população. Nesse sentido, convém avaliar as principais causas da constância do problema.

Em primeira análise, de acordo com Bismark, filósofo, " A política é a arte do possível", todavia, a falta de protagonismo e representatividade nas mídias sociais, de pessoas negras, mulheres e LGBTQIA+, detrói essa consonância, pois observa-se a falta de políticas públicas que exija um maior protagonismo dessa parte da população. Por consequência disso, novelas, séries, comerciais, propagandas, entre outros, persistem em impor à sociedade um padão de beleza, de pessoas com cabelo liso, pele branca, olhos claros, “peso ideal”, família composta por um pai, mãe e um casal de filhos. Dessa maneira, é imposto o biótipo e a família perfeita, excluíndo à diversidade brasileira.

Em segunda análise, segundo Bismark, filosófo, “Só a educação liberta”, de forma semelhante, o fim do preconceito frente as diversidades, depende da educação no ambiente escolar e familiar, todavia, faltam disciplinas e resistência as  diversidades no seio familiar, logo premiações como de “Homem do Ano” do Vittar, causam estanhesa e revolta, gerando manifestações preconceituosas em memes e comentários destrutivos nas redes sociais, com efeito, campanhas como a da Natura, empresa que vende cosmésticos, onde em 2020 contratou Thammy para representar os pais, causaram estranhesa e muitos consumidores tentaram boicote à empresa pelo instagram.

Desse modo, verifica-se o preconceito e a intolerância persistente nos brasileiros. Dessa forma, o Ministério da Cultura, deve criar prêmios para as campanhas publicitárias, diretores e autores de novelas, filmes e séries, que possuem políticas de representatividade em seus projetos, divulgando as premiações para toda a população, por meio de mídias sociais, autdoors, rádio e televisão, para que seja incentivado a contratação dos mais diversos atores, contribuíndo para por fim a esteriótipos negativos presentes na população. Ademais, cabe as escolas e as famílias ter um maior diálogo com as crianças e jovens, discutindo o assunto diversidade e sua importância, por meio de reuniões com pais e mestres, gicanas e grupos de discurssão, a fim de, por fim ao preconceito, consequentemente, aumentar o resperito frente as diferenças. Dessa forma, garanter-se-á uma sociedade mais igualitária, como descrito nas constituição.