A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 06/08/2021

O período da escravidão em que os negros eram trazidos para o Brasil para realizarem trabalhos forçados, sem nenhum pagamento e ainda eram catequizados, infelizmente reflete de uma maneira que causa bastante preconceito atualmente à essas pessoas pela sua cor de pele.                            Primordialmente, a sociedade brasileira com seus pensamentos sobre a falta de inclusão de pessoas negras e também LGBTQIA+ reflete potencialmente na mídia. Um exemplo dessa exclusão é pessoas LGBTQIA+ serem proibidas de doarem sangue devido a epidemia do HIV na década de 80, terem pouca representatividade em novelas também, juntamente com negros, que, na maioria das vezes fazem papéis que não são principais, aparecem pouco ou fazem papel de empregados domésticos de brancos.                                                                                             Portanto, é possível enxergar o quão difícil é a representatividade de algumas pessoas específicas. Já que 54% da população do Brasil é representada por negros, mas a participação de protagonistas deles só é apenas de 25%, segundo a pesquisa TODXS. Ademais, os dados ficam ainda mais preocupantes quando tratamos da representação dos LGBTQIA+ não chegou nem a 0,5% em 2017, segundo a pesquisa realizada também pela TODXS.                                                                                                      Fica evidente, portanto, que ainda falta bastante representatividade de pessoas negras, LGBTQIA+, também de deficientes, que pouco se vê. Majoritariamente por o Brasil ser um país extremamente diversificado, há a necessidade de mostrar todos igualmente. Portanto, cabe ao Ministério da Cidadania criar uma lei que deixa obrigatório a representação da diversidade da população brasileira. Dessa forma, a publicidade poderá incrementar todos, de maneira que todos se sintam devidamente emblemáticos.