A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 13/09/2021
De acordo com a Constituição Brasileira todos são similares perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Apesar disso, a falta de representatividade na mídia de diversos grupos acaba não garantindo a igualdade descrita na Constituição, fazendo com que esses sejam excluídos socialmente, sobretudo, mulheres e negros.
Nesse sentido, as mulheres que são consideradas o sexo frágil são extremamente excluídas das publicidades, principalmente aquelas que não seguem o padrão Europeu, imposto na socidade. Porém, uma pesquisa realizada pela agência Heads comunicação, 65% das mulheres não se sentem representadas nas publicidades, nomeadamente as negras, acima do peso, de cabelos crespos, dentre outras. Diante disso, é notório o quanto está presente essa exclusão na mídia, assim afetando esses grupos no seu cotidiano, fazendo com que não alcance tanta igualdade.
Ademais, outro majoritariamente excluso de campanhas publicitarias são os negros, não apenas dessas campanhas mas da socidade também. Todavia de acordo com as pesquisas realizadas pelo IBGE, 54% da população brasileira é negra, mesmo sendo a maioria são os menos representados. Acerca disso, essa exclusão vem desde a colonização, porém a mídia tem o poder de mudar esse cenário.
Portanto, é indispensável a realização de medidas interventidas a respeito da importância da representatividade na publicidade. Para tanto, cabe ao Poder Legislativo - Poder do Estado, responsável por elaborar leis, criar leis que torne obrigatório a inclusão de todos biótipos, grupos sociais, pessoas, nas publicidades por meio de campanhas e programas na TV aberta mostrando a miscigenação presente no País. Com o fim de obter uma melhor representatividade e igualdade de todos.