A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 13/09/2021
A sequência de livros ‘‘Divergentes’’, que é conhecida também pelos filmes originados destes, retrata a formação de grupos sociais por um teste vocacional que determina a inclusão de um indivíduo na sociedade. Ao longo do livros, a narrativa releva a falta de representatividade, por intermédio da minoria que não se encaixa na corporação, uma vez que as autoridades queriam manter seus ‘‘status’’ , deixando de lado quem não era reconhecido como altruísta ao corpo social e caracterizado grupos excluídos como ameaça à publicidade garantida pelo Geverno, o que acabou gerando revolta de tais minorias. Fora da ficção, o cenário retratado pode ser relacionado ao quandro atual brasileiro: a representividade na publicidade evita rebeliões que são causadas pela ingorância governamental e pela padronização do perfeito que é as propagandas, sobretudo realizadas nas mídias sociais, evidenciam.
Denuncia-se a escassez da representação de pessoas minoritárias na publicidade pela irrelevância que o Estado tem que combater a problemática. Segundo o Aristóteles, filósofo grego, ‘‘a politica não deveria ser a arte de dominar, mas de fazer justiça’’, dado que ao controlar o público que está incluso nas propagandas, ignorando a parte populacional considerada excluída, o poder governamental age de modo injusto e egoísta para o contorno da situação. De modo conjunto, a seleção social é um modo de dominação presente na contemporaneidade, uma vez que é reconhecida como um abuso totalitário constiuído pelo preconceito de altitude de pré- julgamento, ou seja, uma injustiça que colabora para o surgirmento de greves que é ligado aos padrões criados pelo próprio ser humano. Logo, é eminente, para desestruturar a seleção na publicidade, a relevância da falta de liberdade de expressão comercial pelo governo brasileiro. Ademais, encontra-se a apresentação da perfeição, presente nas publicidades, como o causador da exclusão social de uma parcela populacional que não é representada nas propagandas: homossexuais, negros e mulheres. O Estado tenha altitudes que melhorem o quadro atual e a construção da seleção social. Para a representatividade nas publicidades, que o Ministério Público (MP) que é o orgão responsável pela criação e alteração legislativa, crie, por meio de investimentos em campanhas publicitárias que inclua a minoria, leis que tornem obrigatório a inclusão de grupos sociais nas propagandas, desse modo inibindo, a ignorância estatal. As leis, em principal de tornar a comunidade empática, que lado a lado, precisam de apoio individual em desmoralizar o conceito de ‘‘vida perfeita’’ demonstrado nas redes sociais. Somente assim será possivel combater a exclusão social e evitar revoluções causadas pela injustiça da humanidade demonstrada em ‘‘Divergentes’’ ao desconsiderar uma parcela da população.