A importância da representatividade na publicidade

Enviada em 19/09/2021

Já não há mais discursos relevantes pelas marcas que se enquadram com o que acreditam, baseado na realidade dos dias atuais. É necessário se conectar ao seu público de forma que possam se identificar. Algumas publicidades ocasionaram polêmica por variados fatores, um deles foi uma lei, na qual seria proibido ‘‘a publicidade que contenha alusão sexual’’. A polêmica mobilizou mais de 600 empresas e organizações.

É nítido que existe esteriótipos de beleza em quase tudo que observamos ao nosso redor. A beleza que exige um corpo magro, pele branca, altura, e cabelos lisos. 65% das mulheres não se identificam com a forma que são retratadas nos comerciais. Relativamente, isso causa incômodo, desconforto e indignação ao público. Em porcentagem, 48% das mulheres estão acima do peso, mas 78% são retratadas magras. Pessoas negras tem dificulades em serem aceitas e selecionas a participar de trabalhos envolvendo comerciais. Somente 25% das pessoas negras participam das peças publicitárias, e é o maior percentual até os estudos de hoje.

A mídia não dava abertura para ideologias. Com o passar do tempo, isso foi mudado e com à internet avançada, um grande grupo de mulheres alcançou a sua voz. Não foram situações clichês e machistas que permitiram essas mulheres alcançarem um grande público. A moda não foi o único passe livre que habilitou essa passagem ao reconhecimento, houve muita diferenciação no assunto, como: economia, Ciência, humor, e muitos outros estilos de vida.

As propagandas necessitam dar a voz e lugar para as pessoas serem retratadas de um modo mais confortável, ideias de fala, posicionamento sobre o assunto, reprimir esteriótipos, a capacitação de limitar ou definir corpos. É necessário a empresa que faz a publicidade estudar e compreender as necessidades do seu público, adquirindo entendimento e cituações confortáveis para quem acompanha o trabalho, tanto em revistas, folhetos, comerciais de tv, e propagandas nas redes sociais.