A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 18/10/2021
O filósofo liberalista John Locke, em sua tese do contrato social, afirma que é um dever do Estado garantir a liberdade e igualdade entre os cidadãos, especialmente sob o modal étnico e cultural. Não obstante, percebe-se que, atualmente, a precariedade da representatividade no meio publicitário é latente, tendo como causas principais a ausência de debate e inobservância governamental quanto à investimentos, cooperando com o desnível da pluralidade social
Nesse cenário salienta-se como causa potêncial da desigualdade na propaganda a escassez de discussão acerca da temática, visto que a maioria dos comerciais e esteriotipada, influenciando, de modo indireto, o pensamento de muitos indivíduos, que não procuram conhecer mais a respeito do assunto. Sob essa perspectiva, Immanuel Kant discore sobre o esclarecimento dos homens, que é o caminho de libertação das influências externas provocadoras da alienação, no qual se alcança a maioridade intelectual. Sob essa perspectiva, por não haver a devida atenção, a questão de atribuir protagonismo nos meios audiovisuais aos negros e deficientes, por exemplo, tende a se tornar menos evidente , cooperando com a desproporção publicitária e indícios de retrocesso cultural.
Ademais, é valido ressaltar que, a falta de atenção dos governanates, ao não proporcionar equidade, a partir dos investimentos na contratação de profissionais, como indígenas, afrodescendentes e cadeirantes, é um fator corroborante do grande contraste artístico. A esse respeito, o filósofo Arthur Schopenhauer, em sua teoria sobre os limites do campo visual, afirma que um ser humano se baseia apenas às suas próprias experiências, tornando-se socialmente cego para as mazelas ao seu redor e, nesse sentido, percebe-se que a desatenção do governo, a respeito da representatividade, promove a cegueira social na população, uma vez que não se normaliza a ascensão do negro, gay ou deficiente na televisão, causando o acentuamento do preconceito com as diferenças étnicas.
Dessarte, é necessário que o Governo Federal, como órgão atuante em máxima adminsitração executiva, possa agir em prol das minorias, pror meio da implantação de palestras nas escolas, voltadas à comunidade local, com a participação de atores, atrizes e modelos representantes das menoridades, explanando a respeito da relevância de ser midiáticamente simbolizado nesta era digital, bem como, sejam promovidos projetos socioculturais na televisão, como desfiles e debates com a presença predominante desses grupos, que comumente são desprezados. Logo, dessa forma, será possível promover a reflexão na sociedade acerca dess pauta, além de gerar atividade na publicidade para esses e proporcionar igualdade em todas as esferas da atualidade.