A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 24/10/2021
No século 18, em meio a conflitos da Revolução Francesa, surgiu uma protagonista, Joana D’Arc, contrariando quaisquer expectativas da época, nas quais, nenhuma mulher poderia seguir carreira militar, tão pouco comandar tropas inteiras. Consequentemente, tal feito, influência na representatividade de milhares de mulheres até hoje. Contudo, no Brasil atual, a importância da representatividade na publicidade ainda é um tema em desenvolvimento.
A priori, em resposta a crise de 1929 os Estados Unidos criou propagandas cuja intenção era propagar a ideia de bem-estar e auxílio governamental em meios a crise norte americana(“Welfare State”), posteriormente, tais feitos ajudaram na resiliência da população. Nesse interim, é visível o poder publicitário na sociedade, ou seja, quando não vemos de maneira recorrente pessoas com determinadas características em lugares de maior visibilidade, inconscientemente sentimentos que tais indivíduos não pertencem a tal lugar.
A posteriori, segundo o sociólogo Émile Durkheim, vivemos em um sistema de “Solidariedade Orgânica” no qual o indivíduo é estimulado a todo momento pelo coletivo em suas ideias e ações. Todavia, se a totalidade de uma sociedade é representada por um nicho específico de indivíduos, nas mídias, o coletivo passará a buscar tais padrões desta minoria, frustrando-se no processo por não ter êxito.
Portanto, segundo os dados no decorrer do texto, medidas devem ser solucionadas para tal problemática. Então, o Ministério da Educação, por meio de verbas governamentais, tem a incumbência de criar projetos os quais serão orquestradas palestras de cunho informativo dizendo sobre a importância da representatividade nas publicidades, tais palestras deverão ser propagadas em todos veículos de mídias. Nesse sentido, com o objetivo de deixar exposto o problema para a população, e assim enfrentado pelo coletivo. Assim, futuramente o país terá mais exemplos como o de Joana D’Arc.