A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 16/11/2021
Na Alemanha nazista, toda e qualquer etnia que fosse contraria a ideologia de raça ariana, era excluída da sociedade. Analogamente, no Brasil, é notável a exclusão na publicidade de pessoas com etnias distintas, o que é uma forma de preconceito. Fruto, esse, não só da raiz escravista do país, como também da glorificação de um padrão de beleza pelas mídias digitais. Certamente, é necessária uma resposta ativa para amenizar esse impasse.
Primeiramente, é importante analisar a relação histórica com a problemática. A partir de 1500, o leste sul da américa foi colonizado por Portugal, que desce o início, escravizou pessoas de origem africana e indígena. Desse modo, o Brasil tem desde seu início um histórico de racismo com aqueles diferentes do padrão europeu. Logo, Apesar do processo de colonização ter terminado, o pensamento preconceituoso ainda vigora na sociedade, o que acarreta na discriminação de grupos éticos na publicidade. Assim, o passado histórico foi o responsável por iniciar esse pensamento.
Ademais, é necessário averiguar a relação das mídias com o problema. A partir da Terceira Revolução Industrial, surgiu novas tecnologias, como a internet e televisão. Porém, com essas ferramentas foi fixo um padrão de beleza rígida. Dessa forma, aqueles que não se adequam ao padrão, são excluídos e não possuem representações nas publicações publicitárias. Conclui-se, então, que a imprensa agrava essa situação caótica.
Portanto, é mister, que o estado tome as devidas atitudes para resolver o empecilho. Urge, assim, que o Ministério das comunicações - órgão responsável pela administração comunicacional do país - faça o incremento de etnias em publicidades. Isto é, por meio de uma reunião com os principais líderes étnicos de cada localidade do país, a fim de articularem propagandas que contenha toda a diversidade étnica do país, que será distribuída em todo território nacional. Para que, assim, o Brasil possa superar e combater seu passado racista, assim como foi feito pela Alemanha no século 20.