A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 21/03/2022
Segundo o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.” Contudo, ao analisar a representatividade na publicidade no cenário brasileiro, verifica-se que, lamentavelmente, tal prerrogativa na prática não tem sido tratada da maneira que merece. Dessa forma, o problema motivado pela intolerância e pela não aceitação das minorias promove um impasse entre os cidadão do País.
Sob essa perspectiva, é importante ressaltar que a intolerância está entre as causas do problema, tendo em vista que a sociedade segue um padrão, seja de beleza ou cultural, onde apenas aquilo que se assemelha a cultura branca europeia é aceitável. Nessa lógica, segundo Freud, em seu livro " Psicologia das Massas e Análise do Eu", indivíduos tendem a suprir o próprio ego e agir de acordo com o meio, oprimindo as diferenças.
Igualmente, destaca-se a não aceitação das minorias como mais um desafio a ser combatido. Nesse ponto de vista, a teoria de Pierre Bourdie, ilustra bem como funciona o mercado publicitário, segundo ele a estrutura social é um sistema hierárquico e isso determina a posição e a aceitação de cada indivíduo, ou seja, a cultura é comandada por quem tem mais força.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que a mídia, em parceria com a sociedade, promova ações que quebrem esse padrão, por meio de campanhas que mostrem a diversidade de pessoas no país, assim mais gente se sentiria representado. Nesse sentido, o intuito de tal medida deve ser de construir a igualdade. Dessa forma, conseguiremos fazer com que a 1º declaraçõ dos direitos humanos seja cumprida.