A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 30/06/2022
A constituição federal de 1988, prevê, em seu artigo 6°, o direito à visibilidade como inerente a todo cidadão brasileiro. De maneira análoga a isso, a representatividade negra nas publicidades. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de pessoas negras nas publicidade e o preconceito com pessoas lgbt nos anúncios.
Em uma primeira análise, evidencia-se que a representatividade negra mediante
aos anúncios e propagandas tem sido muito escasso. Sob essa ótica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 23% das publicidades são representadas por pessoas negras. Dessa forma, é imprescindível que essa porcentagem continue com esse percentual tão baixo, pois as pessoas negras precisam de mais visibilidade nos anúncios e propagandas.
Além disso, é notório que quando se trata de representatividade lgbt, gera muito preconceito e discurso de ódio, em junho de 2022, Volkswagen sofreu uma série de ataques após apresentar um de seus carros com um casal composto por dois homens, após esse anúncio, esse carro virou motivo de piada na sociedade. Desse modo, “Richard Rorty- que tipo de mundo podemos preparar para nossos bisnetos”. Consoante a isso, é necessário que sociedade pare com esse tipo de preconceito, para que isso não ocorra nas próximas gerações.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a representatividade de pessoas negras nas publicidades. Dessa maneira, cabe ao governo, fazer uma sensibilização, por meio de campanhas e palestras, a fim de que as grandes marcas e agências de modelos possam estar incluindo pessoas negras e lgbt’s em suas propagandas. Somente assim, vamos estar agindo de acordo com a Constituição de 1988, artigo 6°.