A importância das unidades básicas de saúde no Brasil
Enviada em 14/02/2022
Estabelecida em 1998, a Constituição Brasileira procura garantir a todos o acesso à saúde e ao bem-estar social. Contudo, a situação precária das unidades básicas de saúde (UBSs) impede que parcela da população desfrute desse direito primordial. Nesse contexto, é importante destacar a baixa infraestrutura e a falta de esclarecimento governamental como responsáveis pelo impasse. Logo, é imperioso analisar esse cenário para a consolidação da Carta Magna brasileira.
A princípio, é importante ressaltar a estrutura precária do sistema de saúde brasileiro como fator categórico para a subsistência do problema. Nessa perspectiva, o Conselho Federal de Medicina, após uma pesquisa em diversas unidades de saúde constatou grandes irregularidades que comprometem o funcionamento básico do local, como por exemplo a falta de medicamentos essenciais, médicos e enfermeiras ausentes, além da higiene comprometida. Dessa forma, é clara a organização irregular das UBSs como fator gerador do seu mal funcionamento, fato que afeta principalmente a população de baixa renda, a qual tem os serviços públicos como principal acesso à saúde, o que, infelizmente reafirma a não garantia dos direitos constitucionais brasileiros.
É importante, ainda, destacar o baixo esclarecimento para a população como impulsionador da problemática. Dessa maneira, o SUS (Sistema Único de Saúde), tem como princípio fundamental a universalidade, a integridade e a equidade, fato que afirma o dever do Estado na garantia de uma comunicação social quanto à assuntos de saúde pública. De maneira oposta, essa função não é vista no cotidiano brasileiro, uma vez que a população não possui uma maneira fácil de obter dados de consultas, medicamentos ou remarcações disponíveis, permanecendo em longas filas para obter essas informações, o que coloca em risco a saúde da parcela que depende do sistema público de saúde, o que torna necessário a modificação desse contexto precário.
Portanto, medidas são necessárias para a resolução do impasse. Para que isso ocorra, o Ministério da Saúde, juntamente com empresas midiáticas privadas, os quais são responsáveis pelo futuro da saúde publica