A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 06/03/2022

Segundo dados do IBGE, grande parte da sociedade brasileira utiliza o SUS, Sistema Único de Saúde, totalizando cerca de 70% da população. Dessa maneira, é evidente a relevância das unidades básicas de saúde na nação verde-amarelo, tendo em vista à alta utilização da mesma. Assim, sendo à ação uma vertente para a quebra da desigualdade social, é necessário que falta de informação acerca do assunto seja solucionado.

Em primeira análise, é importante salientar como os meios de saúde pública são agentes para a desconstrução da desigualdade social. Logo, a série “Greys anatomy”, conta em seu enredo a história de Steve, uma criança com problemas cardíacos que recebeu ajuda de todos os médicos do hospital para realizar uma cirurgia, já que não possuia um plano de sáude. Por analogia, os custos para uma saúde de qualidade, são, em grande parte das vezes, um problema para indivíduos, uma vez que, não são portadores de altas condições. Entretanto, o Brasil conta com um sistema de saúde pública voltada para toda população, contando com consultas clínicas, atendimentos odontológicos, pediátricos, entre muitos outros, fazendo com que seja um direito assegurado para todos, e não para poucos.

Ao mesmo tempo, é de suma importância ressaltar que a desinformação é um grande problema para o funcionamento do programa. Dessa forma, a constituição de 1988 assegura que todos os cidadãos tenham direito a uma saúde plena e de qualidade. Contudo, por mais que esteja escrita em lei, uma parcela do corpo social encontra-se deslocada de seus direitos, de tal maneira que, não são feitas divulgações explícitas de como e onde procurar ajuda em situações específicas, resultando em um desconcentramento da segurança dos direitos civís. Diante dos fatos apresentados, é preciso que ações sejam tomadas para a reversão dos fatos.

Portanto, uma intervenção faz-se necessária. Assim, o Ministério da Saúde, juntamente com o MCTIC, deve elaborar uma alta divulgação em contexto dos direitos nas unidades básicas de saúde, por meio de campanhas de propaganda geradas por especialistas da área, com as principais informações, contando com repercussão nos principais meios de comunicação, sejam virtuais ou físicos, a fim de que a informação chegue ao máximo de pessoas, assim como a saúde.