A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 11/04/2022

A Constituição Federal de 1988 promove que todos os cidadãos, independente de renda e etenia, devem possuir acesso aos serviços de saúde. Conquanto, o baixo número de UBSs (Unidade Básica de Saúde) dificulta o acesso da população de baixa renda aos atendimentos básicos, visto que não possuem condições de pagar pelo serviço. Além disso, as UBSs são de grande importância para realizar exames preventivos para a população carente, o que evita o agravamento de diversas doenças.

Diante desse cenário, é importante salientar que a abaixa quantidade de UBSs dificulta o acesso integral da população, uma vez que o atendimento passa a ser demorado devido a superlotação. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 70% da população depende do atendimento em unidades públicas de saúde, como as UBSs. Sendo assim, é necessário que ocorra o aumento do número de unidades básicas de saúde e, consequentemente, o aumento do acesso da parcela social de baixa renda.

De modo complementar, cabe ressaltar que as unidades básicas de saúde são importantes para realizar exames rotineiros e preventivos. No livro “Quarto de Despejo”, da escrito Maria Carolina, é retratada a realidade de uma mãe moradora de uma comunidade carente que, por não possuir acesso aos serviços de saúde, como as UBSs, não consegue garantir a saúde própria e de sua família com exames rotineiros. Paralelamente, essa realidade ainda se faz presente em locais do Brasil, como nas periferias carentes. Logo, é evidente que ações devem ser tomadas para garantir um maior acesso à saúde pela população de baixa renda.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver os impasses presentes na saúde pública. Sendo assim, o Ministério da Saúde deve, por meio de impostos sobre redes privadas de saúde, promover um projeto de construção de mais unidades básicas de saúde. Tal projeto deve priorizar a construção primeiramente em áreas carentes, como as comunidades de baixa renda. Espera-se, com essa medida, o maior acesso à saúde para pessoas de baixa renda e, como consequência, maior prevenção de possíveis doenças, como prevê a Constituição Federal de 1988