A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 02/05/2022

A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

A constituição Federal de 1988, um dos documentos jurídicos mais importantes do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a saúde pública como inerente a todo cidadão brasileiro. Em contrapartida, há um grande déficit no Sistema Único de Saúde (SUS), conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na prática se observa que o mesmo há quesitos que se torna precário, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorece esse caso. Todavia, é apontado pelo (IBGE), que cerca de 35 milhões de brasileiros, não possuem nenhum acesso aos serviços públicos de saúde (SUS).

Em primeira análise, é de grande importância ressaltar que 41% da população brasileira depende do SUS, e mesmo assim a dificuldade ao acesso é um problema perturbador que vem sido vivenciado há muito tempo no Brasil. Esta questão tem origem histórica em 1822, quando Dom Pedro II indignado com a situação que o povo estava enfrentando, determinou a criação de órgãos para inspecionar a saúde pública, gerando assim melhores qualidades de vidas para população. Note-se que ainda hoje, passados 200 anos, o Brasil voltou a andar para trás, no que se desrespeita saúde pública.

Segundo Helder Martins, ex-ministro da educação e médico, “a saúde é um problema político”, essa fala refere-se em como o descaso do investimento por parte do Estado além do corte financeiro, pode prejudicar a saúde de uma sociedade dependente desse meio, e que lida com a falta de recursos básicos dentro do SUS, ou com a desigualdade no acesso, já que há poucas redes de saúde no interior e periferias.

Portanto, cabe ao estado e ao ministério da economia, promover providências econômicas para amenizar o quadro atual, criando verbas governamentais direcionadas para as redes públicas que não têm acesso a equipamentos básicos de saúde, e ademais construções que não foram realizadas em regiões periféricas e rurais.