A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 20/05/2022

A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, garante que toda população brasileira tenha acesso à saúde. Contudo, embora assegurado pelo conjunto de leis supracitado, é evidente que muitos brasileiros enfrentam enfermidades e doenças em decorrência de tal falha legislativa. Logo, elucida-se que o déficit de unidades básicas de saúde no Brasil seja causado não apenas pela falta de investimentos, mas também pela desigualdade.

Em primeira análise, é imprescindível ressaltar como a carência de investimentos é um problema. Assim, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) cabe ao Estado proporcionar unidades de saúde básicas e efetivas à população. Apesar disso, no Brasil, há poucos postos de saúde e hospitais de qualidade, em decorrência da escassez de investimentos estatais, colocando a população desanparada e sem suporte médico. Por isso, é inaceitável a permanência desse empecilho na realidade brasileira.

Outrossim, a desigualdade também se categoriza como óbice. Sendo assim, no governo de Rodruigues Alvez, houve a Revolta da Vacina, decorrente da epidemia de varíola que ocorreu, principalmente, na periferia, onde a higiene era escassa e estabelecimentos de saúde mais ainda. Paralelamente, no Brasil atual, ainda se faz presente profunda desigualdade, contribuindo para que áreas mais pobres e insalubres sejam afetadas por enfermidades contagiosas até hoje.Enfim, é incontrovertível a necessidade do Estado de retificar essa chaga social.

Urge, portanto, que o Estado tome providências para mitigar o prisma hodierno. Destarte, o Governo Federal em conjunto com uma rede de farmácias deve, por intermédio de verbas disponibilizadas pelo Banco do Brasil, promover investimentos na construção de unidades de saúde de qualidade, principalmente em setores não censitários, como hospitais com alto suporte para atender a demanda da população, oferecendo também medicação barata ou gratuita em tais setores. Por fim, com fito de entregar mais unidades de saúde e, assim, assegurar na prática o que já era garantido pela Constituição.