A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 19/09/2022

A Constituição Federal de 1988- lei fundamental e suprema do Brasil- garante, conforme o artigo 6º , uma série de direitos socias, como a saúde de qualidade. No entanto, os sistemas de unidades básicas e de extrema importância, visto que, a maioria da população brasileira depende desse sistema para sobreviver, e que muita das vezes se encontra com um cenário árduo devido á falta de estruturas e a má administração. Faz-se necessário, assim, entender os principais entraves da problemática: falta de verbas governamentais e má gestão pública.

É relevante abordar, primeiramente, que a falta de verbas governamentais gera um dos grandes desafios a serem enfrentados. De acordo com o site Jusbrasil, a falta de verba põem sus em xeque. Por analogia, o valor orçamentário destinado ao sus não estar sendo suficiente para manter as unidades básicas, visto que, enfrentam problemas com a falta de leitos, falta de equipamentos de proteção individual para atendimento, etc.

Paralelo a isso, vale ressaltar que a má gestão pública é a causa latente da problemática. Segundo o site Administradores.com, as mazelas do país são causadas pela má administração. Portanto, a má gestão trás malefícios para a saúde econômica e financeira do país, e quem sofrer com esses problemas são os cidadãos que fica mercê de serviços mal qualificado, e com isso sobrelevam tribulações com longas filas, falta de médicos, entre outros fatores.

Diante das questões pontuadas, é vísivel a necessidade de melhorias nas UBS do Brasil. Para tanto, cabe ao Ministério da Economia providenciar mais verbas para aréa hospitalar, para minimizar a falta de estruturas, por meio de capital ou até mesmo doações de materiais necessários para atendimentos, com a finalidade de atender melhor todas as pessoas. Somado a isso, o Ministério da Saúde deve supervisionar todos os profissionais e exigir formação qualificada para o cargo de administração, por meio de comprovação do diploma- ressaltando a grande necessidade de ter um profissional habilitado para a função, a fim de gerir pessoas com capacidade administrativa para desenvolver as tarefas. Com essas medidas, é possível oferecer um atendimento digno e humanizado para todas as pessoas.