A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 30/08/2022

É de extrema importância cuidar da sáude, e que esta alcance a população uniformemente, segundo o artigo 25 da constituição, “todos têm o direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e sua família ao bem-estar”.Ou seja, é primordial que a população tenha acesso á saude, para garantir expectativa de vida. Diante disso, surgiram as unidades básicas de sáude, que buscam solucionar os problemas da sociedade, seja, pela localização aproximada da população,seja, pela ajuda financeira em tratamentos ou operações.

Em primeiro lugar, cabe salientar, que as unidades básicas de saúde devem ser fixas em bairros próximos a população, para garantir acessibilidade. Sob essa perspectiva, cabe destacar, que na antiguidade com a distância do acesso á saúde a expectativa de vida era decadente, chegando apenas aos 50 anos na Grécia antiga, isso porque os primeiros acessos á sáude vieram apenas 100 anos antes de cristo, o que prejudicou a cura precoce de doenças. Na atualidade, as unidades de saúde vieram com o fito de dismistificar esse passado, e facilitar o contato da população com a consulta médica, promovendo bem-estar. Sendo assim fundamental valoriza-lá.

Além disso, outro papel fundamental exercido pelas unidades, é o auxílio em cirúrgias de alto valor. O alto custo de consultas médicas e operações no Brasil, gera segregação ao acesso á higidez. Por esse motivo, os órgãos do governo responsáveis pela Ubs-unidades básicas de sáude- auxiliam no pagamento de cirúrgias. Somente no ano de 2021, segundo site “saúde mais”, foram realizadas cerca de 604 mil cirúrgias a pedido dos médicos das unidades das cidades Brasileiras, isso mostra que as unidades de vitalidade estão comprometidas com o atendimento da população em geral e auxíliam no tratamento para o bem-estar.

Contudo, é visível a utilidade e o compromisso das unidades para população. Cabe ao Ministério da saúde, preservar a instalação em bairros diversos, de modo que todos tenham acesso, para seu melhor aproveitamento. Ademais, cabe ao Estado, criar projetos que contribuem monetariamente com os médicos na prática de operações para aqueles que não condizem pagar, com o fito de garantir acessibilidade. Quem sabe assim, a vitalidade seja cada vez mais crescente.