A importância das unidades básicas de saúde no Brasil

Enviada em 26/10/2023

“Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação.” Nesse trecho da música " Que país é este?", da banda legião urbana, há denúncia acerca de diversos problemas sociais. Na realidade brasileira, isso pode ser observado na medida em que a negligência governamental e a fragmentação dos laços afetivos não dão a devida importância para unidades básicas de saúde no Brasil. Nesse sentido, faz-se imprescindível remediar esse imbróglio em prol da plena harmonia social.

Efetivamente, de acordo com a constituição de 1988, direitos básicos são assegurados à população, por exemplo, dignidade, saúde. Entretanto, isso não ocorre de maneira eficaz a todas as parcelas populacionais, haja vista o fato de ainda não darem a devida importância para unidades básicas. Essa constatação pode ser feita, visto que há a nítida negligência governamental perante o problema, pois existem programas com o objetivo de privatizar as unidades. Desse modo, milhões de pessoas seriam prejudicadas.

Ademais, a fragmentação dos laços afetivos, grande parte da sociedade, é outro desafio que tem impedido darem a devida importância para as unidades básicas. Nesse sentido, segundo o filósofo Zygmunt Bauman, em sua tese " Modernidade líquida", contemporaneidade é caracterizada pela volatilidade em relação aos direitos e aos deveres constitucionais, bem como é denunciado em " Que país é este" - da banda legião urbana. Isso è pertinente, sobretudo porque vários indivíduos- preocupados, unicamente, em satisfazer desejos laborais e pessoais- ignoram a existência da importância da unidades básicas tal situação impede com que haja melhorias significativas.

Portanto, cabe ao governo investir uma maior parte do PIB para a conscientização e melhorias nas unidades básicas de saúde. Isso deve ser feito por meio da disponibilização dessa verba para- e eficazes- projetos de conscientização e ações sobre a preservação das unidades. Tal ação tem a finalidade de remediar não somente a negligência governamental, mas também a fragmentação dos laços afetivos, o que irá, finalmente, efetivar as permissas constitucionais básicas.