A importância de democratizar o acesso ao ensino superior no Brasil
Enviada em 27/08/2023
Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a educação. Entretanto, o acesso as universidades brasileiras ainda é restrito a algumas pessoas, impossibilitando que uma parcela da sociedade desfrute desse direito universal. Nessa perspectiva, esse desafio deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro lugar, é preciso democratizar a entrada dos estudantes nas universidades brasileiras independente de idade, religião, raça, cor e condição econômica. Segundo o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa), em 1999, 15% dos estudantes universitário eram pretos, pardos ou indíginas, em 2019, essa porcentagem aumentou para 46%, tadavia a maioria ainda permanece sendo alunos brancos.
Além disso, as vagas do corpo discente de cursos de maior prestígio, com por exemplo, medicina e direito são ocupadas por pessoas brancas e com alta renda. Dessa forma, nota-se uma alta desiguadade social nesses cursos de maior projeção. De acordo com Émile Durkheim, sociólogo fracês, os fatos sociais podem ser normais ou patológicos. Nessa linha de raciocínio, observa-se que um ambientee patológico, em crise, rompe toda harmonia social, visto que um sistema corropido não favorece o progresso coletivo. Ou seja,enquato houver esse tipo de ocorrências nas universidades brasileira a evolução economica e social do país estará comprometida.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver esse problema. Cabe ao Governo Legislativo por meio de lei aumentar a taxa de cotas das universidades públicas em todos os cursos, inclusive, os de maior prestígio, para pessoas pardas, negras ou indíginas promovendo um nível de democratização esperado. A partir dessas ações, espere-se superar as restrições ao acesso impostos pelas univesidades