A importância de democratizar o acesso ao ensino superior no Brasil

Enviada em 19/10/2023

Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade ideal, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de discrepâncias. No entanto, é notável que a realidade contemporânia brasileira é oppsta a que o autor prega, dado que a identidade coletiva é negligenciada, panorama destacado pela displicência com a importãncia de democratizar o acesso ao ensino superio no Brasil. Esse contexto antagônico é consequência de uma educação precária, além da incipiência governamental.

Sob essa análise, é fulcral salientar a escolaridade inconsistente como responsável por essa problemática. Segundo o ativista sul-africano Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa do mundo. Diante disso, sabe-se que o ensino qualificado torna os estudantes capazes de subjulgar o cenário de contraste das classes sociais e oportuniza a ascensão social, assim como uma “arma” para alcançar o desenvolvimento. Entretanto, as escolas falham ao não instruírem, de forma eficiente, a preparação dos alunos para as provas e negligenciarem o incentivo acadêmico como principal meio para o crescimento futuro. Desse modo, os indivíduos tornam-se descrentes de sua própria capacidade cognitiva, devido ao baixo desempenho, deixando-os sem propósito para alcançar a melhoria da sua perspectiva cotidiana.

Além disso, nota-se que o descaso regencial em propalar a existência de políticas públicas de ingresso agrava a cena dos socialmente excluídos. De acordo com o artigo 205° da Constituição Federal de 1988, a educação, direito de todos, será promovida e incentivada , visando ao pleno desenvolvimento da pessoa. Nesse viés, ao oferecerem formas gratuitas de inserção em instuições de ensino superior, as autoridades governamentais auxiliam na diminuição das desigualdades estruturais. Contudo, ainda falham ao deixarem a população mais pobre ignota do acesso as normas que possibilitam um futuro nas universidades. Assim, jovens que vivem em situação de maior vunerabilidade permanecem sem qualquer qualidade de vida, que destina-os a lutar pela sobrevivência através de trabalhos informais para possuir elementos básicos, como alimentação e moradia. Este quadro de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, mas que não cumprem seu papel.