A importância de democratizar o acesso ao ensino superior no Brasil
Enviada em 04/05/2025
Segundo o cientista Albert Einstein, uma mente que se abre a uma nova ideia jamais, retornará ao tamanho original. Diante disso, embora existam faculdade públicas de bastante importância seus alunos muitas vezes em maioria, são oriundos de cursos preparatórios e colégios particulares a minoria é de colégio público. Essa dicotomia, resulta de um ensino público de qualidade inferior, tornando o ambiente do ensino superior seletista e com pouca representatividade da maior parcela da população.
Desta forma, é preciso ampliar os pensamentos acerca do ensino superior público no Brasil, e torná-lo coerente afinal parte das verbas que mantém uma instituição desse porte, é resultado da arrecadação de impostos de vários trabalhadores que nem se quer ás vezes compreendem a importância da instituição, muito menos frequentam ou tem possibilidade de que seus filhos venham frequentar. Sendo assim, uma mudança nesse paradigma seria uma maneira de equilibrar ainda mais essa desigualdade do acesso ao ensino superior.
As universidades públicas precisam estar com mais alunos de escolas públicas, as medidas de reafirmação como as cotas são úteis, mas não suficientes para proporcionar uma mudança de cenário. Isso porque o número de vagas é muitas das vezes reduzido quando comparamos a parcela de candidatos por vagas. Logo, para mudarmos o panorama da realidade dessas instituições, o aumento na contratação de professores bem como aumento na oferta de vagas dos cursos é o ponto base para o início da mudança.
Portanto, para que seja possível garantir essas alterações, o Ministério da Educação ira realizar um aumento no repasse de verbas para as Universidades Federais bem como, a realização de um concurso nacional para professores a cada quatro anos, para gerar um equilibrio na realação quantidade de turmas e infraestrutura. Por esse meio, será possível redemocratizar o acesso ao ensino onde mais vagas resulta e mais espaços para alunos por via de cota, principalmente nos cursos de graduação de maior concorrência por aluno, onde a disparidade é mais contundente quanto ao ensino médio público e privado.