A importância de extinguir o desperdício de alimentos no Brasil

Enviada em 24/06/2020

No artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos declara que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, porém tal questão não se aplica na realidade da fome. De um lado o exagero sem noção, de outro pessoas sofrendo todos os dias por conta da desnutrição, assim o desperdício de alimentos se faz presente no Brasil. Dessa maneira, é evidente a necessidade de mudança na sociedade para extinguir essa deplorável questão.

Em primeiro lugar, o desperdício acontece pois não é ensinado como não faze-lo. Visto que, sem o conhecimento do quanto essa perda de alimento desnecessário causa no mundo todo, a tendência é que a população se torne ignorante. Ou seja, não tendo noção do quanto de alimento é jogado fora, esse problema tende a crescer. Assim, como “O ser humano é aquilo que a educação faz dele” de Kant, é notória a urgente mudança nesse sistema para acabar com esse esbanjamento desnecessário.

Além do mais, quem sofre com isso é a população mais pobre, já que todo esse alimento é jogado fora. Um claro exemplo é a obra “Os Sertões” de Euclides da Cunha, que relata bem essa realidade da fome e os problemas enfrentados. Em suma expressa a dificuldade e a tristeza de viver nessa situação, como na morte dos soldados por não terem o que comer. Deste modo, quebra o Artigo 1° na igualdade de dignidade da sociedade, e essa parcela a mais injustiçada.

Portanto, medidas são necessárias para minimizar esse impasse. O  Ministério da Educação deve mostrar à população, principalmente aos jovens, o caminho para minimizar esse desperdício, por meio de matérias ou cursos, com profissionais da área e que contam como carga horária, que ensinam a como não fazer isso. Com isso, as dificuldades de extinguir a perda de alimentos serão diminuídas. Ademais, campanhas midiáticas podem ser feitas para promover doação de alimentos. Como resultado, o desperdício não aumenta e o artigo será respeitado